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Arquivo mensal: julho 2012

Marca Páginas – Sonhos, Espelhos e Outras Ideias Frágeis de Victor Caparica

Olá leitores!

Hoje eu não vou falar de um livro, propriamente dito, impresso e afins mas vou falar de uma história fantástica que esta sendo construída pela mente de um amigo.

A história leva o nome de “Sonhos, Espelhos e Outras Ideias Frágeis” cujo autor se chama Victor Caparica; ele é professor de língua e literatura portuguesa, língua e literatura latina, retórica e teoria da comunicação e vem usando todo o seu conhecimento para nos presentear com uma das histórias mais cativantes que eu já li.

A narrativa conta a história de Fausto um escritor, cego, que mora no Canadá, numa cidadezinha pequena e praticamente desconhecida, isso porque nosso protagonista esconde um segredo e luta para manter sua identidade oculta, fugindo do cerco midiático. Fausto numa noite tem um sonho estranho mas tão real que chega a ser palpável, qual sua surpresa quando descobre, no café da pequena cidade, que o sonho não é, exatamente, um sonho. O sonho é um vislumbre de uma realidade paralela, como se fosse um portal. Nesse outro mundo, qual Fausto passa a ser uma das novas peças, nos são apresentados personagens muito peculiares como um muçulmano que aparentemente é o chefe da divisão e o homem do corredor que pode afetar o ‘mundo dos humanos’ através de detalhes e pequenas ações que causa nos personagens.

Apesar de a narrativa se tornar extremamente envolvente com a descoberta do “Mundo de Lá” a vida de Fausto continua sendo um dos focos da história. Toda a trama do ‘mundo paralelo’ é contada mas sem deixar de lado a vida que Fausto leva no “Mundo de Cá”.

Como a história esta munida de cinco capítulos, por enquanto, não posso falar muita coisa pois corro o risco de estar falando besteira. Mas, apesar disso, eu tenho certeza que essa história só tende a melhorar.

Quando eu li, pela primeira vez, o blog dispunha de três episódios mas, gente, bastou o primeiro para que eu me apaixonasse. Não me contentei apenas com o primeiro episódio, sem nem um minuto de intervalo já li o segundo e imediatamente o terceiro. A história é muito envolvente.

O professor, e também, escritor Victor Caparica sabe como conquistar leitores. Com uma linguagem rápida, fácil e muito bem selecionada ele nos expõe a história de Fausto de uma maneira leve, que permite a nós, leitores, uma incorporação das ações do personagem, nos identificamos com as sutilezas da personalidade de Fausto, consequentemente, simpatizamos com ele e ficamos curiosíssimos para saber o que vem a seguir.

Não vou dar mais nenhum spoiler sobre a trama. Seria muita sacanagem tirar todo o doce que é o mistério. Em vez de continuar falando de como a história é envolvente vou lincar aqui todos os episódios já disponíveis, assim como o endereço do blog para que vocês continuem acompanhando a extraordinária história de Fausto.

Para aqueles que duvidam e acham que eu estou exagerando nos elogios só porque o cara que escreve é meu amigo; eu os desafio a ler o primeiro episódio da história de Fausto. Se vocês realmente não sentirem nem uma ponta de curiosidade e nem se animarem com a continuação da história aí tudo bem mas, na real, isso é impossível. Dizer que não sentiu nem curiosidade com a continuação da história de Fausto é a mesma coisa que dizer que não arregalou os olhos e soltou (nem que mentalmente) um “Nóóóóóóóssa” quando ouviu a frase “Luke I’m your father”.

A narrativa de Fausto esta muito bem escrita e, tenho certeza, nos trará muitas reviravoltas. Não tem como não gostar dessa história.

Cliquem nos links, leiam, deleitem-se, compartilhem, twittem, recomendem e comprovem que meus elogios tem uma base muito sólida. Façam seus próprios elogios, aqui no Caracol e, também, nos textos do Caparica porque, convenhamos, vocês hão de concordam comigo quando lerem os textos, que o cara ta merecendo muitos elogios!

Sonhos, Espelhos e Outras Ideias Frágeis #01
Sonhos, Espelhos e Outras Ideias Frágeis #02
Sonhos, Espelhos e Outras Ideias Frágeis #03
Sonhos, Espelhos e Outras Ideias Frágeis #04
Sonhos, Espelhos e Outras Ideias Frágeis #05

Blog: Cego em Tiroteio

Tenho certeza que vocês irão adorar a história.
Beijo a todos e comentem, afinal…
“Gosto de ver a opinião daqueles que admiro, é como se fosse um outro olhar.” – Bruno Gomes.

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Publicado por em julho 31, 2012 em Livros

 

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Evangelho dos Loucos – Gabriel Viviani

Não, hoje não é dia de Marca Páginas, no entanto, me sinto feliz em divulgar para vocês o livro ” O Evangelho dos Loucos” que por um motivo qualquer eu cliquei no link, que estava na minha timeline do twitter, de um cara chamado Gabriel Viviani, e só para constar, não me arrependi nem um pouco de ter clicado.
Viviani é o autor do livro, qual, lendo a sinopse, achei um tanto quanto interessante, digno de um olhar mais apurado e detalhista; me apresentou um mistério peculiar.

Acredito que todos gostamos de um bom mistério, quando este é composto por realidades paralelas e personagens excêntricos ele só tende a ficar melhor e essa foi a isca, que fisgou essa leitora aqui; esses elementos estão presentes na resenha de O Evangelho dos Loucos.
O autor, disponibilizou, gratuitamente, o primeiro capítulo nesse link.  Sugiro que dêem uma olhada porque vale, realmente, a pena.

Claro que não posso falar muita coisa já que, ainda, não li o livro completo, apenas o primeiro capítulo, mas adianto que a leitura é gostosa, Viviani é descritivo e me pareceu muito detalhista também; gostei da maneira que ele coloca o personagem e narra a cena; fornecendo os elementos, enquadrando-os na história, além de descrever o cenário, sabor e aroma das coisas (sempre gostei de descrições de sabor e aromas).

Estou com alguns outros livros para ler, no momento, sendo assim não garanto a aquisição e leitura imediata de “O Evangelho dos Loucos” porém ele entrou na lista de livros que pretendo ler. Mas você, que, talvez, esta sem nenhum livro para ler e esta disposto a fazer a massa encefálica trabalhar um pouco e incomodar-se, também, já que o o livro promete “reflexões a respeito do sucesso, das convenções sociais, da loucura e de Deus (..) e outras perspectivas a respeito do mundo” acho que seria uma experiência muito enriquecedora arriscar-se com “O Evangelho dos Loucos”.

Mais uma vez, o link: O Evangelho do Loucos – Gabriel Viviani

 
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Publicado por em julho 30, 2012 em Livros

 

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Experiências Esportivas

Como hoje é a abertura das Olimpíadas de Londres resolvi fazer um post contando pra vocês as minhas experiências esportivas.

Não tentarei enganar ninguém: sou péssima em esportes.

Na verdade, nunca fui de praticar muito; claro que gosto de uns e outros mas o que seria do mundo sem os sedentários como eu?! Um lugar mais magro e saudável! Tá eu sei, mas ainda assim precisam dos sedentários para constatar isso; retomando…

Nunca fui de praticar muitos esportes, acho que tenho grande influência familiar nisso; meus pais também não são fãs da prática esportiva, coisa estranha já que meu avô era massagista do time e vivia levando meu pai no campo de futebol, pra ele aprender a jogar, creio que a responsabilidade pelo desinteresse de meu pai por esportes foram os ‘quadrinhos’ (quadrinhos: roubando prodígios do esporte desde o século XIX).

Durante a minha infância tive algumas influências, não nego, meus dois tios, mais próximos, jogam futebol; um deles é sei lá o que do time (futebol de campo) e o outro é goleiro (futebol de salão); meu avô além de jogar futebol gostava muito de bocha, eu achava o máximo ver ele jogando com toda a malandragem de quem sabe que já ganhou. Eu tentei jogar algumas vezes, mas depois de ter todos os meus dedos ‘macetados’ resolvi parar, sabem como é né?!, não tenho lembrança de meu pai praticando esses esportes; mas lembro dele nadando comigo.

Nadar, acho que foi a primeira prática esportiva que tive e é algo que gosto até hoje.

Ao contrário de grande parte dos meus amigos, eu nunca fiz aula de natação, aprendi como toda criança criada no interior deveria aprender… pule na piscina e sobreviva! Haha to brincando.

Não me lembro quando nem como, mas as primeiras vezes que nadei acho que foi no colo do meu pai (visto que minha mãe acha que água no joelho já é fundo o suficiente) e ele foi me ensinando progressivamente, até eu me virar sozinha, e todos sabemos que saber nadar cachorrinho é sinônimo de ‘se virar’.

Conheço muita gente que ainda não sabe nadar ou que nada mal pra caramba e acho um absurdo, mas logo me recordo que nem todos tiveram as mesmas oportunidades que eu. Tive a sorte de, na casa da minha avó, ter uma piscina nos fundos, na qual eu passava horas (até ficar com os dedos murchos). Falo pra todo mundo, com o maior orgulho, que eu não fiz o Jardim I pra poder ficar mais tempo na piscina da vó (haha acho que meus pais decidiram que seria mais importante eu saber nadar direito do que saber escrever meu nome com grãos de feijão).

Tiveram, é claro as tentativas de jogar futebol e pular corda com meus primos, mas logo eu me cansava dessas atividades. Eu, fiz alguns anos de capoeira, infelizmente o professor se mudou e as aulas terminaram mas eu achava algo bem divertido.

Quando eu estava no ensino fundamental, eu e minhas irmãs ganhamos uma bola de basquete, toda colorida; foi quando comecei a me interessar pelo esporte, mesmo não chegando nem perto da cesta, me imaginava fazendo enterradas e me pendurando no aro. Sempre levava a bola pra escola pra jogar com meus amigos, até o dia que a bola acabou furando e não compramos outra. Triste né?

Não faço a menor ideia de quantas vezes passei mertiolate, que na época ardia, no meu corpinho infantil por causa de quedas colossais de bicicleta, mas eu só lembrava dos machucados na hora do banho e porque ardia muito!

Mais velha eu aprendi a jogar volei, foi legal. Apesar de não ser muito boa nisso, eu gostava. Sempre jogava com alguns amigos, melhores do que eu, e eles eram muito colaboradores, pegavam as bolas mais difíceis e passavam algumas pra mim de modo que eu me sentia útil no time. Eles eram uns fofos.

Apesar de não gostar muito de praticar esportes eu adoro academia, é sério. Acho uma atividade muito gostosa e recompensadora e, se me deixarem, passo o dia todo lá. Claro que bate aquela preguiça de ir, mas é só chegar no local de treino pra eu me animar.

No quesito esportes tem duas coisas que eu gostaria de aprender… uma não é bem um esporte, é um jogo, e é o Gamão, se alguém souber me ensinar a jogar isso, por favor me manda um e-mail, liga, sinal de fumaça, qualquer coisa. Li sobre esse jogo em livros do Machado de Assis e quando, na minha aula de literatura sobre ele, foi comentado sobre o jogo, virou um capricho meu querer aprender a jogar Gamão que é considerado “o rei dos jogos e o jogo dos reis”.

O outro é um esporte, propriamente dito, das olimpíadas de inverno que é o Curling…. aaah vá dizer que você não fica com vontade de sair varrendo o gelo freneticamente só pra chegar o mais próximo possível do alvo. Parece ser algo muito divertido a se fazer mas isso na minha opinião né.

Mesmo não sendo boa em esportes e tal eu continuo experimentando, uma hora, quem sabe, eu ache algo que eu goste de fazer tanto quanto nadar; só acho que não dá pra parar de tentar, não que eu vá defender a prática de esportes e afins, nem moral pra isso eu tenho, mas eu acho que você descobrir uma atividade que goste de fazer é muito recompensador, facilita a aproximação das pessoas, descobre interesses em comum, exercita as suas habilidades competitivas e motoras sem falar que é uma ótima saída para dias tediosos.

 
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Publicado por em julho 27, 2012 em Vida Besta

 

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Pipoca com Manteiga – (500) dias com ela

Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt) está em uma reunião com seu chefe, Vance (Clark Gregg), quando ele apresenta sua nova assistente, Summer Finn (Zooey Deschanel). Tom logo fica impressionado com sua beleza, o que faz com que tente, nas duas semanas seguintes, realizar algum tipo de contato. Sua grande chance surge quando seu melhor amigo o convida a ir em um karaokê, onde os colegas de trabalho costumam ir. Lá Tom encontra Summer. Eles também cantam e conversam sobre o amor, dando início a um relacionamento.

O filme não te faz gargalhar, mas é bonitinho. Achei que o mais legal foi por ele não ter final feliz, pelo menos não o esperado por quem assiste.

Durante o longa somos brindados com as caras e bocas da Zooey Deschanel que interpreta muito bem seu papel, visto que a personagem Summer é um pouco descompensada e muito imprevisível. Joseph Gordon-Levitt também não deixou a desejar (mas eu sou um pouco suspeita de falar porque eu adoro o jeito nerd do Levitt) ele interpreta o tímido e previsível Tom.

A história toda começa quando Tom se apaixona por Summer e passa a viver a vida de uma maneira mais descontraída. Summer, no entanto, é inconstante, as vezes parece estar perdidamente apaixonada por Tom e as vezes ele parece ser só mais um casinho qualquer.

O casal passa 500 dias juntos, a contagem de dias é feita no decorrer da história, o que para Tom é algo maravilhoso e que nunca teria um fim passa a ser, para Summer, algo monótono que faz com que ela decida que o relacionamento sério, que ele deseja, não é para ela; pondo um fim no romance.

Tom fica arrasado e tudo aquilo que ele mais amava nela passa a ser extremamente irritante e defeituoso.

Os dezesseis meses que passam juntos são narrados, na visão de Tom, de uma maneira não linear. Momentos bons, ruins e comuns vão se alternando, agrupados por eventos.

Mudando um pouco o foco, uma das ‘tetéias’ desse filme é a trilha sonora. Achei que combinou muito com o clima do filme e as músicas ficaram muito bem encaixadas; dá um ar retrô e romântico, gostei bastante das músicas, elas ditam as emoções dos personagens. Foram usados outros recursos: dança, música e até animações se misturam para traduzir o íntimo do personagem mas acho que nada conseguiu ser tão claro quanto o cenário musical.

Gostei, também, das legendas, que aparecem para demonstrar o que os personagens estão pensando, realmente. As legendas os desmascaram para nós, o publico, fazendo com que fiquemos por dentro de tudo que esta acontecendo e assim nos situamos melhor na história.

O filme é legal e divertido e começa com a seguinte frase: “O filme a seguir é uma história de ficção. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência. Especialmente você Jenny Beckman. Vaca” provocando um riso fácil logo de cara, outra coisa que achei legal foi a narração de um pouco da infância de Summer de como ela conseguia cortar seus cabelos sem sentir nada (coisa que eu não faço).

Vela a pena assistir o filme (nem se seja só pelo Gordon-Levitt) porque ele mostra como um relacionamento pode nos fazer bem e mal ao mesmo tempo; no caso de Tom fez mal porque ele se sentiu arrasado quando terminou mas fez bem porque ele correu atrás do que ele realmente queria. Com seu jeito irreverente, Summer, fez Tom sair de sua zona de conforto e ir atrás de seus projetos há muito esquecidos; permitindo a ele uma segunda chance e, também, fazendo ele perceber que uma única pessoa não é, e nem deve ser, o umbigo do mundo.

 
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Publicado por em julho 26, 2012 em Filmes

 

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Marca Páginas – O Prêmio Darwin de Wendy Northcutt

capa do livro - O Premio Darwin

Não sei exatamente o porque mas hoje me deu vontade de escrever sobre um livro animado. Acho que é por causa do pouco sol que fez aqui em Curitiba quando acordei.

Já que hoje o objetivo é rir, vou indicar “O Prêmio Darwin“.

Vocês não deveriam rir desse livro, sério. É macabro rir desse exemplar, estaremos rindo da tragédia.

Em O Prêmio Darwin estão reunidas histórias, verídicas, que pessoas que morreram, ou se feriram gravemente, causando esterilização, fazendo coisas estúpidas.

O livro é uma obra irônica, fazendo clara referencia a Charles Darwin, criador da teoria evolucionista que afirma que ‘os mais aptos sobrevivem’, nas histórias de O Prêmio Darwin os indivíduos relatados não são nem um pouco aptos então, parte – se do princípio que os ganhadores do prêmio estariam contribuindo para a evolução da espécie humana ao eliminar seus ‘maus’ genes. Eles, com suas idiotices estão privando a humanidade dos ‘genes inferiores’ aprimorando as condições de vida e chances de sobrevivência da espécie; sem um ‘retarda-otário’ para atrapalhar.

Tudo começou com a circulação de mails e discussões no grupo Usenet. Os primeiros registos dos Prêmios Darwin apareceram em 1985, relatando uma morte absurda relacionada com uma máquina de escrever.

Mais tarde, a partir de 1991, começaram a surgir mails autorizados intitulados “prêmios Darwin 1991”, mas variando com o ano. Também apareceram vários sites relacionados com o tema. O mais conhecido é o “darwinawards.com” dirigido por Wendy Northcutt, escritor também de vários livros sobre os prêmios Darwin.

Sinceramente, espero que você, leitor, nunca faça parte do Darwin Awards, mas seu souber de algum vizinho, tio, primo, parente longínquo que, talvez, se encaixe, saiba que existem regras básicas para conseguir entrar na lista do O Prêmio Darwin aí vão as regras:

Incapacidade de gerar descendência – através da própria morte ou esterilização

Excelência – forma sensacional e estúpida com que comete o erro. Incrível desuso da lógica e da razão.

Auto-seleção – Causa o desastre por si mesmo; com mérito incondicionalmente individual.

Maturidade – O indivíduo deve estar em total uso das suas capacidades mentais e físicas. Deve possuir capacidade de julgamento e raciocínio.

Veracidade – O evento tem de ser verificável. Excluem-se as lendas urbanas.

Esse livro é muito comédia, sei que não devia falar isso mas não consigo imaginar quem, a não ser um idiota, tentaria colocar uma estaca no peito para completar a fantasia de vampiro!

Com uma leitura rápida e descontraída e baldes e mais baldes de humor negro é diversão na certa. Em alguns pontos do livro você se pega pensando: quem seria tão idiota a ponto de fazer isso? E aí lembra que, infelizmente, as histórias são verídicas o que piora, ou melhora (não sei), o humor no livro.

Não há muito o que falar desse livro, na verdade. Estou indicando-o para que vocês o leiam e contem, discutam as histórias depois e, obviamente, riam muito. Afinal, não há muito mais o que fazer, já estão mortos ou estéril, nossa única saída é honrá-los de uma maneira irreverente; rindo como agradecimento por terem eliminado seus genes da face da Terra, economizando idiotas para o resto da humanidade.

“Darwin Awards: We watch the watchman watch the watchmen.”
When natural selection deems that an individual’s highest cause is to serve as a warning to others, who are we to disagree?
The next generation is descended from one fewer idiot, ever and anon.

(“Prêmio Darwin: Nós assistimos o vigia assistir as sentinelas”

Quando a seleção natural decide que o maior objetivo de um indivíduo é servir de aviso para os demais, quem somos nós para discordar?

A próxima geração é provida com um idiota a menos, de tempos em tempos.)

Para quem se interessou e quiser ler sobre algumas das mortes mais bizarras entre nesse site aqui e divirta-se.
Ainda em tempo: lembra do padre com os balões??? Pois é, ele foi incluso no Darwin Awards, em 2008!

 
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Publicado por em julho 24, 2012 em Livros

 

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