RSS

Pipoca com Manteiga – Simplesmente Amor

13 set

“O novo Primeiro-Ministro da Inglaterra (Hugh Grant) se apaixona por uma de suas funcionárias, Natalie (Martine McCutcheon). Numa tentativa de curar seu coração, um escritor (Colin Firth) parte para o sul da França e lá acaba se apaixonando. Karen (Emma Thompson) desconfia que Harry (Alan Rickman), seu marido, a está traindo. Juliet (Keira Knightley), que se casou recentemente, desconfia dos olhares e intenções de Mark (Andrew Lincoln), o melhor amigo de seu marido. Sam (Thomas Sangster) tem por objetivo chamar a atenção da garota mais difícil da escola. Sarah (Laura Linney) enfim tem a grande chance de sair com Karl (Rodrigo Santoro), por quem mantém uma paixão silenciosa. Billy Mack (Bill Nighy) busca retomar sua carreira como astro do rock. A vida de todos estes personagens se entrelaçam e são modificadas pela presença do amor em suas vidas.”

 

Por mais que esse filme pareça uma coisa extremamente chata a primeira vista, eu lhes asseguro, que ele é completamente o oposto disso.

Eu, particularmente, acho que o filme não conta histórias de amor, mas sim a história do amor. Como ele pode surgir das maneiras mais distintas e inesperadas. Vale lembrar, aos desavisados, que não existe só um tipo de amor, mas vários: amor de irmãos, de namorados, de amigos. São diferentes mas iguais, deu pra entender?!

Achei que o filme teve um ótimo início. As primeiras cenas se passam num aeroporto, pessoas se abraçando, beijando-se, fazendo brincadeiras, enfim, reencontrando-se. No meio disso tudo surge uma voz que vai falando sobre o encontro nos aeroportos, como as pessoas são felizes em encontrar umas as outras, pais e filhos, amigos etc; é nesse momento, também, que entra no filme uma das coisas que achei mais interessantes o narrador fala sobre atentados: as mensagens de despedida dos passageiros nunca são carregadas de ódio ou vingança, são sempre mensagens de amor, sendo assim, o amor esta a nossa volta… é essa a frase que dá, realmente, inicio ao filme.

 

Mesclando várias histórias, possíveis, diga-se de passagem, Simplesmente Amor conseguiu me conquistar graças a simplicidade. Não há exagero nos acontecimentos eles são plausíveis.

O diretor coloca os personagens em situações que qualquer um de nós pode vir a passar: ser flagrado dançando em casa, família gigante que opina em tudo, se confundir enquanto aprende um novo idioma etc.

As conquistas e derrotas dos personagens refletem aquelas que todo mundo já passou ou vai passar na vida. Ficar com cara de bobo em alguma situação, levar um pé na bunda, não ter coragem de falar com a outra pessoa entre várias outras variáveis das quais ninguém esta imune.

Confesso, que olhei com desconfiança para esse filme, num primeiro momento, mas depois eu pensei: To fazendo nada mesmo! – não me arrependi de ter assistido e recomendo à vocês que gostam de presenciar histórias que mostrem como amor pode ser apaixonante, doloroso, sacana, irresponsável, engraçado e traiçoeiro ao mesmo tempo.

Acho que muita gente vai acabr gostando desse filme. É um assunto global, que todo mundo se vê como autoridade para comentar, algo que já foi abordado de várias maneiras diferentes, inclusive pelo Guia do Mochileiro das Galáxias:

Amor: Muito doloroso. Evite, se possível.

Simplesmente amor foi um filme que me surpreendeu. Eu não esperava muita coisa do longa mas fui feliz na escolha já que a história foi bem recompensadora.

Anúncios
 
Deixe um comentário

Publicado por em setembro 13, 2012 em Filmes

 

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: