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Arquivo mensal: novembro 2012

Pipoca com Manteiga – Wanderlust

“Wanderlust, ainda sem tradução em português, conta a história de um jovem casal George (Paul Rudd) e Linda (Jennifer Aniston), que após problemas financeiros aderem a uma comunidade hippie local.”

 

O filme tem tudo para ser aquele tipo de comédia fraquinha para você assistir numa tarde ociosa com os amigos por aí, porém nem para isso esse longa serve.

Com intuito de fazer uma critica ao hippie lifestyle o diretor tentou produzir um filme cheio de ‘lados negros’ desse lado da força mas o que ele conseguiu foi produzir uma bela de uma porcaria cheio de clichês.

Galera, estou escrevendo sobre esse filme para poupá-los de assistir a uma, das que pode se tornar uma, das piores comédias românticas que vocês poderão ver a vida toda. Comédia romântica por si só já deixa um pouco a desejar, quando ela é extremamente previsível e vulgar fica ainda pior.

Em Wanderlust o casal vai a falência e para não precisar depender do irmão mala de George os dois acabam se mudando para uma comunidade hippie onde eles pregam o amor livre, adoração a natureza e a liberdade de cada um. Depois de uma noite de revelações e muitas mudanças Linda acaba se identificando com a comunidade e decide passar o resto da vida lá porém George não aceita muito bem a ideia e é aí, na verdade, que começa toda a ‘aventura’ do filme. É também nesse ponto que ele passe de um filme chato para um filme deplorável.

Quando comecei a assistir esse filme achei que seria algo para rir um pouquinho e, talvez, se emocionar, ou seja, um filme para não pensar. Algo para você ficar vegetando em frente a TV. Pois é o filme é, realmente, para mentes fracas, mas fracas mesmo, do tipo que acham um máximo ficar fazendo piadas ligadas a forma física e aparência de alguém além de piadinhas sujas sobre relacionamentos entre pessoas e formas distintas de ver o mundo.

Eu fiquei extremamente revoltada com esse filme, denegriu, completamente, a imagem dos hippies e demais pessoas que acreditam numa sociedade alternativa. Não digo que todos temos que apoiar ou gostar mas, no mínimo, aceitar e respeitar; ficar fazendo piadinhas sujas com isso é uma prova de um nível cultural muito baixo.

Os atores, apesar de serem bons, perderam todo o brilho devido ao roteiro maçante e apelativo do longa. A queridinha das comédias românticas Jennifer Aniston fica ofuscada pelo número gigante de vulgaridades presentes no longa-metragem. E Paul Rudd perde todo o seu encanto de galã comum quando tenda representar uma ‘dificuldade’ de relacionamento entre seu personagem e uma outra presente na história.

Resumindo isso tudo: não assistam esse filme, com certeza, vocês irão de arrepender muito.

O que mais me dói é saber que os caras tiveram um trabalhão e gastaram um monte para produzir uma porcaria dessa, um longa-metragem altamente preconceituoso, vulgar, previsível, apelativo, sem graça e desprovido de qualquer sentido. Um completa decepção.

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Publicado por em novembro 29, 2012 em Filmes

 

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Marca Páginas – Banquete com os Deuses

Gente, hoje o dia esta sendo uma correria danada, mas ainda assim deu pra fazer um esforcinho e publicar aqui no Caracol. Contarei para vocês o dia de hoje em um outro post, que, espero, estar pronto em breve, mas até lá vamos a sugestão literária de hoje

“ Com seu humor e talento habitual, Veríssimo nos oferece textos deliciosos sobre alguns de seus prazeres, como cinema literatura e música. Em “Banquete com os Deuses”, o escritor gaúcho divide com o leitor 73 crônicas divertidas, ternas e peculiares sobre sua relação com a arte e a cultura.”

Acho que todos vimos nos jornais que o Luis Fernando Veríssimo esta com alguns problemas graves de saúde. Foi por esse ocorrido que decidi escrever sobre um livro desse lindo e amado escritor gaúcho que ele é.

Em O Banquete com os Deuses, Veríssimo dá sua opinião sobre as mais diversas formas de cultura e como ele as encara e as aprecia. O escritor fala, no livro, sobre música, filmes e literatura daquele jeito sempre irreverente e gostoso; costumeiro dos livros do Luis Fernando Veríssimo.

Eu adorei esse livro, desde a capa até a orelha. A capa é magnífica, alguns podem discordar mas eu achei de muito bom gosto aquela capa preta, escura, dá um ar mais sofisticado ao livro; as crônicas, não precisa nem comentar né, todas elas trazem as impressões de Veríssimo sobre diferentes formas de cultura e são todas muito boas.

Algumas música que ouço, eu conheci depois de ler esse livro assim como vários livros que li passaram a ser vistos de outra perspectiva.

A cronica que mais me marcou foi aquela em que Veríssimo comenta sobre o livro “O Apanhador no Campo de Centeio”; eu tinha uma imagem daquele livro, uma forma de avaliá-lo e depois que eu li a cronica de Veríssimo sobre a obra eu pensei: Cara, ele tem razão. Reli a cronica mais três vezes e estou esperando completar os meus quarenta ou cinquenta anos para ler O Apanhador no Campo de Centeio mais uma vez, seguindo os conselhos do Veríssimo.

Ok, mas porque você deveria ler um livro desse?

Simples, esse livro fará com que você dê uma viajada em todo um universo cultural que esta a nossa volta. Você vai conhecer muita coisa legal e aprender a criticar um pouco mais aquilo que achava um máximo. Esse livro ensinou a mim, e certamente fará o mesmo com você, a ser uma pessoa mais “cri-cri” com tudo o que lhe é proposto. Você vai sair um pouquinho da zona de conforto e começar a ver que aquele filme ultra foda, não era tão bom assim e aquele que você achava uma bela de uma porcaria tem lá sua beleza.

Outra coisa que pode ser um ponto a favor para ler esse livro é descobrir novas coisas. Eu descobri vários filmes e músicas diferentes, quais achei muito bons, quando li esse livro, você pode se deparar com a mesma surpresa!

Sei que sou suspeita para falar da família Veríssimo, até hoje nunca falei mal nem do Érico e nem do Luis Fernando mas, na boa, não tem o que falar mal. Eles são extremamente talentosos, escrevem muito bem e conseguem fazer com que você pense um pouco diferente. Acho um máximo ler os ‘Veríssimos’; são estilos bem diferentes mas ambos são ótimos e bem estruturados.

Gente, leiam Banquete com os Deuses que não há arrependimentos, e vamos aproveitar que estamos no assunto Veríssimo e torcer pela melhora desse grande escritor brasileiro… que ele ainda possa nos dar muitos motivos para rir com suas crônicas!

 
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Publicado por em novembro 27, 2012 em Livros

 

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Pipoca com Manteiga – O Contador de Histórias

 

“O Contador de Histórias’, filme de LuizVillaça baseado na vida do mineiro Roberto Carlos Ramos, é a história de como o afeto pode transformar a realidade. Caçula entre dez irmãos Roberto desde cedo demonstra um talento especial para contar histórias, transformando, com a narrativa, suas próprias experiências de frustração em fábulas cativantes. Aos 6 anos, o menino cheio de imaginação é deixado pela mãe em uma entidade assistencial recém-criada pelo governo. Ela acredita estar, assim, garantindo um futuro melhor para seu filho. A realidade na instituição é diferente do que se promovia pela propaganda na TV e Roberto, aos poucos, perde a esperança. Aos treze anos, após incontáveis fugas, ele é classificado como irrecuperável, nas palavras da diretora da entidade. Contudo, para a pedagoga francesa Margherit Duvas (Maria de Medeiros), que vem ao Brasil para o desenvolvimento de uma pesquisa, Roberto representa um desafio. Determinada a fazer do menino o objeto de seu estudo, tenta se aproximar dele. O garoto em princípio reluta, mas, depois de uma experiência traumática, procura abrigo na casa de Margherit. O que surge entre os dois é uma relação de amizade e ternura, que porá em xeque a descrença de Roberto em seu futuro e desafiará Margherit a manter suas convicções.”

Filme brasileiro marcando presença aqui no Caracol hoje.

O Contador de Histórias é a biografia de Roberto Carlos Ramos que é um dos contadores de histórias, brasileiro, mais conhecidos, tanto nacional quanto internacionalmente.

O filme é muito bonito. Tem bastante desgraça mas é bonito, você as vezes ficará com muita raiva do piá a ponto de querer espancá-lo até aprender a se comportar direito mas as vezes você vai ficar com um aperto no peito e com vontade de adotá-lo. 

Uma das coisas mais marcantes é saber que tudo aquilo realmente aconteceu. É isso que deixa o filme mais emocionante, na verdade, você sabe que o garoto em questão passou por tudo aquilo que ficamos tomando conhecimento no filme.

Acho que o objetivo maior do longa-metragem não foi fazer uma critica ao governo brasileiro e nem as políticas públicas, mas, em alguns momentos, o descontentamento com as políticas brasileiras ficam muito evidentes, mesmo esse não sendo o foco principal do filme.

Não recomendaria esse longa-metragem para quem só busca uma opção de lazer. Ele é chato se for assim, é um filme para você assistir para conhecer a vida do cara, o entretenimento, nesse caso, ficou em segundo plano. Na verdade, esse filme é muito utilizado por professores e pedagogos para exemplificar a profissão que cabe a eles.

Teve várias coisas que achei interessante no filme e uma das que eu, realmente, gostei é que em toda a história você não encontra nenhum culpado pelas desgraças do menino. Claro que tem aquelas pessoas que não contribuíram, em momento algum, para que a vida dele se torna-se melhor e tem aqueles que tornaram a vida dele um inferno, mas, ao assistir o filme, você não consegue identificar o protagonista culpando alguém. Ele expõe as ações dos participantes mas de forma imparcial e completamente honesta, de maneira que nós, que estamos assistindo, conseguimos perceber que, a maioria das pessoas que não ajudou, não fez isso por vontade própria ou só por fazer; percebemos que as opções que eles tinham não eram tão amplas e que não se sentiam capazes de mudar a vida do garoto.

Achei isso muito interessante, não culpar ninguém, tentar entender os motivos das outras pessoas e isentá-las de julgamentos. Na verdade, acho que foi por isso que escolhi esse filme para o Caracol hoje. Ultimamente eu estou correndo atrás de tanta coisa e tem muita gente torcendo a favor mas sei que tem gente torcendo contra também (isso acontece em todos os lugares do mundo) e, de vez em quando, eu encontro uma pessoa que não esta disposta a mover um músculo para ajudar, pelo contrário, quer mais é dificultar e isso me deixa tão frustrada e desanimada. O mundo seria um lugar melhor se as pessoas estivessem mais dispostas a se ajudar e entender os motivos uma das outras, por exemplo, por questões burocráticas eu entendo que, as vezes, a pessoa não possa me ajudar, mas não entendo a recusa de passar informações e nem de ficar completamente alheia à minha situação.

Enfim, independente de tudo, acho que O Contador de Histórias é uma ótima maneira de nos fazer perceber que, as vezes, você dedicar um minuto para tentar entender os conflitos da outra pessoa pode fazer uma grande diferença em qualquer situação da nossa vida e que, fazendo isso, não vai cair nenhum pedaço seu no chão, muito pelo contrário.

 
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Publicado por em novembro 22, 2012 em Filmes

 

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Marca Páginas – Sangue de Gelo de Orlando Paes Filho

 

“Nessa emocionante aventura da coleção Angus Saga, o nórdico Seawulf Yatlansson, conhecido como Sangue de Gelo, foi escalado para uma missão de resgate perigosíssima – resgatar a filha do rei que foi sequestrada. Ele terá muitas dificuldades para enfrentar ao lado dos aliados que fez pelo caminho. Embarque nessa aventura!”

 

Acho incrível como a resenha dos livros os deixa sempre emocionantes e interessante mas acho uma puta falta de sacanagem quando a história não corresponde a essas expectativas.

Foi exatamente isso que aconteceu comigo quando eu li Sangue de Gelo, me senti extremamente frustrada. O pior de tudo é porque eu já tinha uma bagagem anterior do Orlando Paes Filho e gostei do livro que eu tinha lido antes.

Algumas coisas podem ter contribuído para o meu desprazer quando li Sangue de Gelo. Eu já estava mais velha, um senso crítico mais apurado, já havia lido muitos outros livros melhores e etc, talvez por detalhes como esses eu não tenha gostado tanto da leitura do Sangue de Gelo.

Mesmo que algumas coisas tenham me influenciado eu jamais recomendaria esse livro a uma pessoas que goste de ler que curta algo mais elaborado; isso porque a história vem toda mastigada e é um clichê meio chatinho. O herói resgata a princesa. Além disso o livro é cheio de desenhos, sério, tem mais páginas com desenho do que com texto, o que me deixou revoltada. Eu comprei um livro para LER e não para VER, entenderam o problema aqui?!

Até hoje teve, apenas, uma pessoa para quem indiquei o livro e emprestei. Para meu primo, que detesta ler, e que na época tinha oito anos. Achei que seria legal para ele, introduzi-lo nesse mundo das palavras a começar com esse livro. Envolve tudo o que ele gosta, nórdicos, batalhas, sangue etc e tem os desenhos pra que ele não se canse da leitura. Foi um fracasso, ele só viu os desenhos e me devolveu o livro =(

Foi uma das maiores decepções da minha vida; pelo menos consegui fazer ele deixar de gostar da Avril Lavigne e se tornar fã do KISS e do Metallica, foi uma vitória.

Não vou ficar falando mal do livro Sangue de Gelo e muito menos do escritor, porque, muito provavelmente quando eu li o tal livro eu já não estava mais na faixa etária que ele visava atingir. Claro que para algumas pessoas o livro, para ser bom, deve arrancar elogios desde de uma criança até de um idoso. Não discordo disso, livros, realmente bons acabam se tornando atemporais mas esse não é o nosso caso, ainda assim, acho injusto tirar o mérito do escritor.

Ele escreveu um livro bacana para um público seleto, chamamos isso de Segmentação Mercadológica (aulas de Marketing e Pesquisa de Mercado vindo a calhar), isso significa que para mim e para você, que acompanha este blog, o livro será uma bela de uma porcaria, ele não nos fara pensar e nem vai dar uma nova margem de discussão maaaaas para uma criança de uns doze anos que se acha super radical e rebelde a história contida em Sangue de Gelo pode encaixar-se como uma luva.

Esse tipo de livro, eu costumo denominar Livros Primários. A característica desse tipo de livro é você introduzir um conteúdo literário para alguém que não goste ou que não tenho tipo um contato anterior com a literatura. As histórias rápidas, ágeis e fáceis de entender farão com que a pessoa em questão comece a se interessar pela leitura. Ela perceberá que não precisou de muito esforço para entender o livro e que não foi nada maçante. Outros exemplos seriam os livros do Paulo Coelho, essa leitura de Livros Primários seria a responsável por puxar a pessoa para um campo mais amplo que é o da leitura, com o tempo, assim que já tivesse tomado gosto por ler o indivíduo poderá buscar outros tipos de livros abandonando os primários que se tornariam elementares mas de extrema importância na formação de um leitor.

Por esses motivos eu acho que não posso criticar tanto Sangue de Gelo, ele é o que eu considero leitura primária. Eu já não estava mais apta para esse tipo de livro, o que me fez achá-lo ruim mas tenho certeza que vários pré-adolescentes ao redor do mundo vão achá-lo um máximo e será o pontapé inicial para que a criança comece a se interessar por leitura.

Existem livros ruins no mundo? Claro que existem. Mas esse não é um deles, esse livro só é contra indicado para aqueles que já passaram da fase dos Livros Primários.

 
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Publicado por em novembro 20, 2012 em Livros

 

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Pipoca com Manteiga – A Última Profecia

John Klein (Richard Gere) é um respeitado jornalista que trabalha no Washington Post. Ele e sua esposa, Mary (Debra Messing), procuram uma nova moradia e acabam encontrando a casa de seus sonhos. Porém, pouco depois de decidirem pela compra são vítimas de um acidente de carro e o estado de Mary é grave. No hospital, ao fazer exames, se descobre que ela é portadora de um tipo de tumor no lóbulo temporal muito raro. Ela passa a ter visões e logo depois morre. Chocado com o ocorrido, John vai até o hospital retirar os pertences de Mary e descobre esboços com variações de uma estranha imagem, que ela havia desenhado Isto o impressiona, pois apesar de mostrarem uma criatura alada de forma nenhuma se assemelha com um anjo. Dois anos depois, ao dirigir para Richmond para um encontro profissional, se desvia inexplicavelmente 650 quilômetros da sua rota, indo para Point Pleasant, uma pequena localidade em West Virginia. Ele parou ali pois seu carro aparentemente apresentava problemas, mas ao pedir para telefonar é ameaçado por Gordon Smallwood (Will Patton), que lhe aponta uma arma dizendo que é o estranho que, pela terceira vez, aparecia na sua casa às duas e meia da madrugada. A situação é contornada por Connie Parker (Laura Linney), uma policial. Além disto tenta entender como percorreu uma distância tão grande em menos de duas horas. No outro dia, ao tentar resolver o problema do seu carro, descobre que o veículo não tinha nenhum defeito. Ao saber que estranhos fenômenos ocorreram, ele fica no local a fim de investigar e fica sabendo que tais fatos estão relacionados às imagens desenhadas por Mary pouco antes de sua morte.

 

Foi com esse filme que eu tomei conhecimento das histórias do Homem Mariposa e me impressionei muito, tanto com a história, do Homem Mariposa em si, quanto com o filme.

Alguns dizem que é uma história de terror. Eu discordo, eles se basearam em fatos reais para compor o longa e pelo que pesquisei posteriormente foram extremamente fiéis.

A primeira vez que assisti eu vi o filme com meu pai e eu era uma criança, todos já devem saber que eu dormi com a luz acessa quando o filme terminou. Eu achei que o filme seria uma porcaria, afinal que babaquice era aquela de Homem Mariposa??? Véééi imaginem a minha cara de tacho quando descobri que o filme era tipo: muito bom.

Acredito que o estilo desse longa é mais de suspense do que de qualquer outra coisa. Você passa o filme todo buscando o Homem Mariposa nos detalhes, tentando decifrar os códigos dele e percebendo as sutilezas nas suas profecias… você se envolve muito com o filme e ainda mais com o mistério que cerca o Homem Mariposa. Por que só algumas pessoas o veem? qual é a dele? Essas questões vão te envolvendo, então, quando o telefone do protagonista toca caracterizando a primeira vez que o Homem Mariposa faz um contato direto com ele, putz, você trava. Não direi que você vibra, comemora nem nada porque isso ninguém faz; todo mundo fica apreensivo e segurando a respiração pra ouvir tudo o que o cara vai falar.

Sempre achei interessante a maneira que os filmes, músicas e livros conseguem mexer com o nosso emocional, eles despertam reações muito aleatórias e inesperadas. As vezes a gente só se toca que esta agarrando o cobertor com força quando a cena de ”tensão” do filme passa.

A Última Profecia foi um filme que me deixou muito feliz por tê-lo assistido, algumas cenas, principalmente, me marcaram muito e eu não me esqueço até hoje. Uma das coisas que, acho eu, jamais vou esquecer é a frase “Acorde número 37” aqueles que assistiram ao filme vão entender e aqueles que não assistiram, quando o fizerem verão muito sentido nessa frase simples, mas que é, meio que, a chave da história toda.

Vários casos sobre o Homem Mariposa já foram relatados no mundo inteiro, entre eles há pessoas que dizem ter visto ‘aparições’ antes e durante o desastre de Chernobyl e em uma mina que desabou na Alemanha em 1978. Há ainda outros casos de terem visto antes do desaparecimento de aviões etc., são vários relatos sobre o assunto.

Mas sem prestar tanta atenção em se é ou não real a história, acho que isso cabe a cada um julgar e acreditar ou não na existência do Homem Mariposa, acho que nessa seção é importante eu falar que o filme “ A Última Profecia” foi algo realmente surpreendente e que me deixou bastante interessada nesse negócio de premonições e aparições. A melhor coisa, do filme, é que em momento algum eles tetaram explorar o poder comercial, colocando um terror ali no meio…. o filme tem a base sólida do suspense e se mantém assim até o final, o diretor, acredito, preferiu zelar pela história bem contada do que o agrado do público massificado. Achei que eles fez muito bem em prezar pelo conteúdo sem se importar com ter ou não muita ação no longa.

A Última Profecia é um filme muito bom, bem envolvente e que vale muito a pena assistir. Acho que não existem arrependimentos em prestar atenção em ”A Última Profecia”. É um filme muito interessante e que vale a pena ser observado de uma maneira mais atenta.

 
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Publicado por em novembro 15, 2012 em Filmes

 

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