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Voltei

25 jul

Bom, já estava mais do que na hora de escrever para esse Blog novamente.

Hoje fazem 15 dias que estou de volta no Brasil e admito que a sensação de desembarcar aqui foi muito gostosa. Por todas as pessoas que passei, desde controle de passaporte, fui recebida com um sorriso.

Antes de contar como esta sendo os meus dias vamos voltar para quando eu estava em Lisboa.

Fiquei em um hostel por dois dias antes de voltar para o Brasil mas minhas malas ficaram na casa de um

No Castelo de São Jorge

No Castelo de São Jorge

amigo que me ajudou a chegar até o aeroporto. No penúltimo dia eu acabei não fazendo nada, era o dia que tínhamos voltado de Paris então só tomei um banho e fiquei no computador o resto do dia porque estava muito cansada. Meu último dia eu sai passear. Fui no Castelo de São Jorge, visitei a Torre de Ulisses, a pedido de um amigo meu, fui a Belém, comi mais um pastelzinho e passei, praticamente, o dia todo atrás de um Queijo da Serra da Estrela para trazer, para que meu namorado e família pudessem provar uma das 9 maravilhas gastronômicas de Portugal.

No dia 10 de julho, meu namorado as 5 da manhã em Lisboa (01:00h em Curitiba) me mandava infinitas dm’s  no twitter para que eu acordasse e não perdesse a hora de voltar para casa. Eu estava extremamente ansiosa então obviamente não perdi a hora. Levantei, tomei um banho e coloquei a roupa com a qual voltaria para o Brasil, peguei todas as minhas coisas no hostel e fui até a casa do meu amigo pegar minhas malas. As 06:20h da manhã o taxista com quem havíamos combinado estava na porta de casa para me pegar e levar até o aeroporto. Chegamos lá umas 06:40h fui até um guichê da Safe Bag e mandei enrolar minhas duas malas, depois disso me dirigi ao balcão da TAP e fiz meu check-in. Minhas duas malas, juntas, deram apenas 42kg… me achei super compacta quando vi isso e até recebi um elogio da moça da companhia aérea pela praticidade (haha).

Embarquei e meu voo decolou as 09:20h, infelizmente eu nem vi a decolagem eu simplesmente apaguei no meu assento e só acordei cerca de 2h depois… paciência.

O voo foi lento mas bem tranquilo e chegamos no Rio de Janeiro no horário correto. Teoricamente meu voo sairia as 21:45h do Rio e chegaria em Cwb as 23:06h maaaaas o que eu não esperava é que eles

Último dia em Lisboa: se eu perdesse o voo ia nadando!

Último dia em Lisboa: se eu perdesse o voo ia nadando!

cancelassem o voo das 21:45h e não me informassem disso quando eu fui tentar fazer o Check-in, resultado: deu merda. Perdi o voo das 19:40h para Cwb (novo voo) e se não houvesse outro teria que dormir por lá mesmo. Desesperada fui atrás dos funcionários da Gol e eles me deram uma desculpinha lixo o que me deixou extremamente revoltada. O suficiente para começar a dar “piti” no meio do aeroporto falando do descaso da companhia com o cliente. Nisso chega para resolver meu problema uma mulher muito bem educada que disse que daria um jeito; mais calma eu aguardei a solução prometida. Eram 20h e ela conseguiu me encaixar num voo da TAM das 20:30h; aí foi aquela correria pelo aeroporto para despachar mala pela TAM, fazer check-in, passagem nova etc. O problema foi que eles queriam que eu pagasse o excesso de bagagem; até fui na fila e tudo mas devido o horário chegou um policial agarrou meu braço e falou: Maia? Curitiba?. Fiz que sim com a cabeça e ele pediu para que eu o acompanhasse, fomos num guichê separado ele me entregou uma passagem, indicou onde era a entrada na segurança e disse:

–       Moça, dá uma corrida que só falta você no voo. Vou passar rádio para a segurança eles não vão te atrasar. Se tiver notebook avise onde está mas não precisa tirar.

Saí correndo pelo aeroporto até o local indicado e  quando cheguei uma moça me chamou e mandou eu colocar as coisas na esteira mas nem precisei tirar o computador. Só avisei onde estava e tudo bem. Ela apontou para onde eu deveria seguir e corri mais uma vez para o portão de embarque. Os funcionários que estavam lá mandaram eu seguir pela rampa que teria uma van esperando por mim, que me levaria até o avião. Corri, mais uma vez; cheguei na van e fomos para o avião, embarquei  e aí decolamos.

Não consegui avisar ninguém que chegaria antes então assim que pisei em Curitiba fui pegar minha bagagem mas antes, ainda, achei um telefone publico e liguei para meu pai, pedindo que ele avisasse minhas irmãs que eu já estava no aeroporto e tudo mais.

Meu bolo!

Meu bolo!

Fui para a entrada do aeroporto e fiquei esperando por eles lá (confesso que queria ter tido a sensação de eles esperando por mim na saída dos voos e tal maaaas não foi desta vez =/). Felizmente eles resolveram sair de casa um pouco antes e eu tive que esperar apenas uns 10 minutos. Obviamente que eles acharam que meu pai tava sacaneando e eu não tinha chegado coisa nenhuma, mas ainda bem que resolveram ir na entrada do aeroporto tirar a dúvida haha. Depois de abraçar todos pegamos minhas malas e fomos para o carro e, enfim, cheguei em casa.  Eles haviam preparado uma festinha de recepção para mim que achei a coisa mais fofa do mundo e tinha, inclusive, um bolo em formato de Pokebola!

Aconteceram muitas coisas nessas duas semanas,  desde minha chegada, algumas boas e outras péssimas, mas que não cabem nesse post e por isso o Caracol ficou um pouquinho desatualizado, peço desculpas.

Eu ainda não sei como farei com o Blog, espero poder retomar a rotina dele em breve mas não vou prometer isso, por enquanto.  Vou ir publicando nele coisas que eu ache interessantes e que eu acho que vocês vão gostar mas ainda não me decidi se mantenho as sessões anteriores ou se faço algumas mudanças por aqui… veremos.

Agora só me resta agradecer de coração o apoio que recebi de todo mundo e a torcida que andaram fazendo para que tudo desse certo. Obrigada por terem acompanhado minhas histórias e, desta forma, compartilhado uma experiência tão importante na minha vida.
Meu namorado, Lucas, em todas as viagens que fizemos ele disse que estava saindo para conhecer o mundo e deu um lema para essas ocasiões: Thata, de Bituruna, para o mundo.  Sim, foi para o mundo e foi ótimo ter conhecido tantas coisas, mas por mais que legal que tenha sido tudo, por mais que o mundo tenha, ainda, tanto a oferecer e mesmo eu me apaixonando por tantos lugares (e querendo voltar) there’s no place like home.

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Uma resposta para “Voltei

  1. Ulisses Tasqueti

    dezembro 17, 2013 at 12:56 pm

    A minha Torre!!!

     

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